OS NOVOS (VELHOS) PELEGOS

O sindicalismo tem, no mundo, histórias de conquistas, mas também de escândalos. Mesmo nos EUA, houve época em que os sindicatos eram comandados por mafiosos, ou interesseiros.

No Brasil, temos também os dois lados. A palavra PELEGO é usada para designar o sindicalista que, aparentemente, atua em defesa dos trabalhadores, mas, na verdade, defende os interesses dos empresários, é claro, em troca de grandes vantagens financeiras.

Temos, hoje, sindicalistas no poder. E o poder traz aos seres humanos o que eles têm de melhor e de pior. Infiltrados e comandando o ministério do trabalho, eles, hoje, manipulam verbas bilionárias, que, cridas com boa intenção, são desviadas para os interesses de empresários gananciosos e corruptos.

Estão longe de representar os trabalhadores. A obrigatoriedade de recolhimento de um imposto sindical é um absurdo, e enche os cofres dos sindicatos para que eles possam aplicar os recursos nas campanhas políticas de seus dirigentes corruptos.

São os novos pelegos, posando de defensores valentes do interesse público, mas agindo como propagadores de maiores diferenças sociais.

Num país em que os direitos trabalhistas foram tão violados no passado, sentem-se porta-vozes dos trabalhadores, como defensores dos seus direitos. Leis demagógicas os protegem, e permitem que as raposas tomem conta do galinheiro.


Escrito por Zé às 09h17
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HISTÓRIA ALTERNATIVA

Numa entrevista que ouvi no rádio, o repórter perguntava a uma historiadora o que teria acontecido com o Brasil se a corte de D. João VI não tivesse vindo ao Brasil há 200 anos. Ela deu uma resposta muito sem graça, dizendo que o "se" não faz história. Acho que faltou a ela imaginação. Vamos tentar?

Se a corte tivesse ficado em Portugal, Napoleão teria tomado posse do país e deposto os monarcas. Os Franceses reinariam por pouco tempo, e teriam enviado uma esquadra para comunicar aos brasileiros que eram os novos donos da colônia. Porém derrotadas as tropas de Napoleão na Rússia e no Reino Unido, o Brasil passaria a ser colônia inglesa.

O país desenvolveria uma língua como resultado de uma mistura do inglês com o português. A língua "brazilianeira" produziria diálogos como estes nas ruas:

- Uai você nou veio a meu birthday?

- Because eu had to work horextras.

A grafia seria Brazil, com Z. A independência seria proclamada pelo General Severino de Araújo Mc Donald, descendente de ingleses e nordestinos, nascido em São Paulo. Teríamos logo de cara uma república.

Com a república vindo antes, os escravos também teriam sido libertos uns 50 anos antes. O futebol, esporte nascido na Inglaterra, teria chegado antes, e seríamos ainda melhores neste esporte, alcançando o pentacampeonato já em 1958.

Em 1942, a grande esquadra brasileira atracada em Fernando de Noronha teria sido atacada pelos alemães, de forma covarde. Seria o nosso Pearl Harbor. Entraríamos na segunda guerra mundial junto aos aliados, com os aviões fabricados em São José dos Campos, os melhores caças do mundo na época, provocando a rendição do eixo já em 1943.

O presidente brasileiro, Alberto da Silva Churchill, assinaria juntamente com os americanos, ingleses e  russos o pacto entre as nações que passariam a governar o mundo no pós-guerra.

A riqueza do país atrairia gente de todo o mundo. O terrorismo internacional, no final do século XX, ameaçaria o Brazil, até que, em 2001, aviões atingissem o Italy Towers, de 120 andares.

A resposta o Brazil daria no ano seguinte, vencendo a copa de 2002, numa final contra o Iraque, por 4x0, gols de Ronald (2), Pelé Jr. (1) e Saddam (contra).

E VOCÊ, TEM UMA HISTÓRIA ALTERNATIVA PARA CONTAR?



Escrito por Zé às 15h12
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